sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Canção do Marujo (Versão Integral) - Danny Marks

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Depois de muitas batalhas, voltar que bom era
Havia nove virgens, sempre à minha espera.
Olhei para a primeira (disse:) venha minha donzela!
Ela riu na minha cara, não gostou da manivela.
Pra segunda perguntei –qual é o nome dela?”
Cuspiu na minha cara tripa de porco e moela.
Corri para a terceira - o véu cobria a cara
fui dar-lhe um beijo - vi que era banguela...
Veio a quarta - caindo de magra, a velha imunda
Bruxa, saia de mim, de ti nada se aproveita,
Seca assim não quero nem a bunda.
Ah! Meu rei não me faça essa desfeita.
A quinta era nova, quase uma novilha,
quando viu o instrumento, correu de medo,
 me deu dor na virilha
É o que dá (querer) ser mulher logo cedo.
A sexta parecia sereia, mas deixou-me desolado
Quando me aproximei, foi metade pra cada lado
A sétima dançava que era uma beleza
Tão bêbada estava, vomitou a sobremesa
A oitava já quase me fez desistir,
Apressada, não espera nem o filho parir
Só a nona que me satisfez
Deu-me o que queria...
e pra outro passou a vez.



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Versão parcial publicada em "El Diablo" - Universo Subterrâneo (Danny Marks)
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